6 de março de 2015

Spammers: quem são, onde vivem e o que fazem?

SPAM, da sigla Sending and Posting Advertisement in Mass, em tradução literal “enviar e postar publicidade em massa” é um problema corriqueiro que nós blogueiros, não apenas da esfera literal, temos que conviver TODOS OS DIAS. Respondendo à pergunta título do post, mesmo que isso não seja o Globo Repórter. Quem são? Simplesmente as pessoas mais insuportáveis da face da Terra virtual. Onde vivem? Em toda internet. O que fazem? Preciso nem falar, né?

Imagine a cena, você está lá checando seu e-mail quando de repente brota uma mensagem te “convidando” a visitar determinado blog. Pior ainda é quando mandam um newsletter completo da semana. Sério, gente, qual a necessidade disso? É postar alguma coisa no Instagram e receber incontáveis mensagens te enchendo o raio do saco. É comentar sobre algum livro no Twitter e vir um dito cujo e falar que tem resenha/promoção/seja lá o que for ao blog. APENAS PAREM!


Eu já dei inúmeros blocks, já denunciei, já convidei para o sacrifício asteca (aliás, obrigada, Matheus pela brilhante ideia) e eles continuam aparecendo. Eu entendo a necessidade de divulgar sua postagem, mas já parou para pensar que seria muito mais legal você visitar o conteúdo e comentar? A maioria dos blogueiros que eu conheço retribuem os comentários.

Tem horas que não dá para manter a calma, aí já viu né? Eu sou a grossa, a ignorante e etc. Tudo porque fulano chegou invadindo as minhas notificações lotando de spam. E quem pratica parece não entender o quanto isso é ruim, o quanto o blog fica mal visto (pelo menos na minha opinião).

Querido spammer, reflita, você gostaria que eu fosse à sua casa e deixasse uma lata de artigos, opiniões e coisas minhas? Provavelmente não. Então por que você faz isso?!

Enfim, esse post não tem propósito nenhum além de desabafar. Porque eu sei que o spam não vai parar, eu sei que vou ter que continuar distribuindo blocks. É triste, mas é a realidade. Seria muito mais fácil se os praticantes desse hábito horrendo apenas o suspendessem. Infelizmente, acho que ainda não alcançamos esse patamar.